É estranho perceber que os homens que andaram com Jesus e viram barcos irem a pique por tantos peixes, lá estavam, de redes vazias. Disse-lhe, pois Jesus: Filhos tendes alguma coisa para comer? Responderam-lhe: Não (João 21:5).
Que amor é este?
É estranho perceber que os homens que andaram com Jesus e viram barcos irem a pique por tantos peixes, lá estavam, de redes vazias. Disse-lhe, pois Jesus: Filhos tendes alguma coisa para comer? Responderam-lhe: Não (João 21:5).
Carta de Rute Às Mulheres Dessa Geração
Nohemy Vanelli
Meu nome é Rute, eu sou Moabita, uma estrangeira que encontrou abrigo sob as asas do Deus de Israel. A minha história não começou entre o povo escolhido, mas a graça do Senhor me alcançou e Ele escreveu um novo capítulo para a minha vida.
Talvez você já tenha se sentido como eu, deslocada, sem um futuro claro, precisando tomar decisões difíceis. Depois que meu marido morreu, eu poderia ter voltado para minha terra e para os deuses do meu povo, mas escolhi algo maior, escolhi confiar no Deus verdadeiro. Olhei para minha sogra Noemi e disse com firmeza: “O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus”.
Deixei tudo para trás para seguir um caminho incerto, mas Deus nunca me desamparou. Ele me guiou aos campos de Boaz, onde fui vista, acolhida e protegida. Ele me honrou e me permitiu fazer parte da própria linhagem do Messias, de Jesus. O que aprendi e quero compartilhar com você é que Deus nos adota como filhas por meio da fé.
Anime-se!
Seus pensamentos estão confusos e seu coração triste porque está lhe faltando quase tudo. E, quando você observa as pessoas à sua volta, principalmente seus parentes e as pessoas não crentes você repara que elas não passam por nenhuma falta. Então decepcionado(a) você procura um lugar solitário e ali derrama suas lágrimas e pergunta ao Senhor - por quê?
Se o Senhor está provando você, é porque Ele o ama. Os dias que você está passando no vale não são um tempo perdido: é um tempo de capacitação e investimento. Até Jesus passou por coisas assim. Há algo precioso que o Senhor vai confiar a você para fazer e é no vale que vai aprender a olhar e ver como Senhor vê. Mas não saia de porta em porta procurando por profetas para tentar saber a visão antes do tempo. O Espírito Santo vai falar ao seu coração no tempo apropriado.
Na primeira oportunidade que tiver, Olhe-se na frente do espelho. Olhe bem nos seus olhos, e diga para Jesus algo do fundo de seu coração.
O fim dos maus e o destino dos bons
Wilma Rejane
Você está percebendo um aumento de maldade no mundo? O quanto algumas notícias parecem surreal, retiradas de um roteiro de filme de terror, mas dizem respeito a uma terrível realidade? O lamento do profeta Habacuque parece ter sido escrito para nossos dias, ele diz:
"Por que me fazes ver tanta maldade? Por que toleras a injustiça? Estou cercado de destruição e violência; há brigas e lutas por toda parte. Por isso, ninguém obedece à lei, e a justiça nunca vence. Os maus levam vantagem sobre os bons, e a justiça é torcida" Habacuque 1:3-4.
Habacuque nos lembra que maldade e injustiça sempre existiram. a diferença é que hoje é praticada diante de circuitos de câmeras, espalhadas por redes de internet, cogitada à luz do dia ou da noite, em assembleias ou quartos fechados. O mundo está mais populoso e mais próximo. A maioria, contudo, nunca esteve tão distante de Deus e do outro. A maldade se tornou regra e a bondade exceção.
Outras revelações sobre A Parábola do Filho Pródigo
Wilma Rejane
Carta de Hulda Às Mulheres Dessa Geração
Nohemy Vanelli
Mulher,
Talvez você não me conheça bem. Afinal, meu nome aparece poucas vezes, e minha história é contada em poucas linhas. Mas não se engane: às vezes, Deus usa as páginas mais discretas para guardar os maiores segredos da influência silenciosa.
Meu nome é Hulda. Eu era profetisa em Jerusalém nos tempos do rei Josias. Quando o Livro da Lei foi reencontrado no templo, o rei poderia ter enviado mensageiros a homens de renome espiritual. Mas ele escolheu me ouvir.
Por quê? Porque a verdade já falava através da minha vida. Eu não fiz barulho, nem busquei palco. Não precisei me impor, tampouco levantar a voz. Meu testemunho era forte o bastante para ser chamado ao palácio. Quando abri minha boca, não falei por mim — falei o que o Senhor me confiou. Com temor, com clareza, com coragem.
Uma lição de vida nos versos de Isaías 40
Wilma Rejane
Um devocional sobre a fragilidade humana
Wilma Rejane
“Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e cujo coração se afasta do Senhor.” Jeremias 17:15
Este versículo sempre nos lembra algo simples e antigo: o ser humano é limitado. Não importa quanta força, inteligência, fama ou riqueza alguém tenha, continua sendo pó, sujeito às mesmas fragilidades que todos enfrentam. Quando o coração se apoia mais na habilidade humana do que na graça de Deus, o fim é sempre o mesmo: queda.
A história prova isso sem esforço.
Reinos que pareciam inabaláveis desapareceram como poeira levada pelo vento. Nabucodonosor, que dominou nações e ergueu um império de dar medo, provou o quanto a glória humana é breve. Bastou um sopro divino e ele perdeu a própria sanidade até reconhecer que o Altíssimo domina sobre tudo.
Em tempos mais recentes, vimos líderes como Saddam Hussein e Nicolas Maduro que se achavam intocáveis , caírem em humilhação. Tantos outros, em diferentes épocas, experimentaram o auge do poder e depois foram reduzidos ao nada. O padrão não muda, a fragilidade humana não sustenta, a glória humana não permanece.
Último Capítulo do Livro de Jó
Por João Cruzué
O último capitulo do livro de Jó nos apresenta o final de uma das mais intrigantes histórias da Bíblia. Ele perdeu tudo: bens, filhos, saúde, amigos e até a tranquilidade de sua alma. Em meio à dor, buscou respostas e não as encontrou. Debates e acusações se arrastaram por dias, mas a angústia permanecia. No último capítulo, porém, vemos algo extraordinário: Jó não recebe uma explicação de Deus, mas algo muito maior: a presença de Deus. Sua maior bênção não foi receber o dobro de tudo quanto possuiu no passado, nem a devolução da família com dez filhos de volta. Jó alcançou uma compreensão bem mais profunda da grandeza do Senhor.
Depois de reclamar da vida e dos amigos Jó finalmente fala com Deus e Deus não responde um "a", ao contrário: lhe faz uma série de questionamentos. Jó reconhece a verdade: que o Senhor é soberano e Seus planos não podem ser frustrados. Ele percebe que havia falado do que não compreendia. Antes, conhecia a Deus apenas de ouvir falar, mas agora O conhecia de perto. Esse foi o momento da mudança de visão. A dor não foi capaz de destruir sua fé, ela se tornou muito mais madura. Jó entende que a vida não se trata de dominar todas as respostas, mas de confiar em Quem tudo governa. E é justamente quando aceitamos que não sabemos tudo é que passamos a enxergar Deus de mais perto.
Esta descoberta leva Jó à humildade. Ele deixa de buscar justificativas e para de se defender. Diante da grandeza de Deus, a melhor resposta é se render. Essa atitude nos ensina muito, porque todos nós, em algum momento, passamos por situações que não compreendemos. E, então perguntamos: “Por que eu, Senhor? Por que agora?” Mas muitas vezes, em vez de respostas, o que recebemos é a presença de Deus que nos sustenta. E essa presença vale mais do que qualquer explicação. Jó saiu do campo teórico para descobrir isso na prática: quando o coração se cala diante de Deus, nasce uma paz que a dor não consegue apagar.
Neste mesmo capítulo, Deus se volta contra os amigos de Jó. Eles falaram muito sobre Deus, porém os discursos e as réplica deles estavam assentados em um saber formalista e distorcido do verdadeiro Deus. Por isso, o Senhor os repreende e manda procurarem por Jó para que interceda por eles. Esse detalhe é muito importante: o homem que havia sido acusado por eles é quem deve orar por eles. É uma cena de reconciliação, de perdão e de restauração. Jó, que tinha todo motivo para guardar mágoa, escolhe orar e abençoar. Isso nos mostra que a cura do coração muitas vezes passa pelo perdão, mesmo quando parece impossível. A visão de seus amigos estava errada. Pareciam como Saulo de Tarso a caminho de Damasco. Depois da repreensão e da humilhação, certamente seriam bons consoladores.








