Wilma Rejane
" De repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados" Atos 2 : 2.
Este é um artigo diferente dos demais, pretende ser um testemunho, relato pessoal sobre a forma como o vento se apresenta em minha vida de oração. Não diz respeito à doutrina, à misticismo ou coisa parecida cuja origem Deus abomina.
É um padrão, algo que se repete desde o dia em que recebi o dom de línguas, enquanto orava em minha casa, com a janela do quarto aberta, olhando para o céu, à tardinha no litoral. De repente, veio um vento forte que balançou as folhas das árvores. Minha vizinha que havia se tornado cristã antes de minha conversão, comentou no dia seguinte:
" Irmã Wilma, eu estava no quintal, ouvi sua oração em línguas e vi o forte vento que chegou balançando as árvores. Creio que a partir de hoje a senhora pode orar pela cura dos enfermos".
Como recém convertida eu não entendia como funcionava a oração pelos enfermos, contudo, minha vizinha passou a levar pessoas lá em casa para que eu orasse por elas, de fato, muitas foram curadas.
Meu esposo estava incomodado e preocupado de que aquilo se tornasse romaria ou idolatria e pediu para eu conversar com a vizinha. Conversei e ela entendeu, passou então a ligar para o programa de rádio que eu fazia com uma lista de pessoas para oração.
Depois mudei para Teresina e passei a ter uma vida de estudo bíblico e oração bem reservada. Frequentando a igreja, mas sem pretensão de ser vista, foi aí que o blog teve início.
Voltando ao assunto do vento em minha vida de oração, ele está presente até hoje. Quando ele se apresenta é Deus me respondendo ou dizendo que está me vendo e ouvindo. É também verdade que o vento nem sempre está presente enquanto oro, nestes dias, sei que Deus me escuta da mesma forma, sou grata por Sua bondade.








